Engenharia de Pesca em números: 2,3 mil registrados, 264 formados por ano e um piso de R$ 13,8 mil que só o teto do mercado alcança
A Engenharia de Pesca é a menor engenharia da comunidade ambiental brasileira: 2.263 profissionais registrados no Sistema Confea/Crea, 2.629 alunos em 27 instituições, 530 calouros e 264 formados por ano. É também uma das mais públicas e mais nordestinas: dos 24 cursos em atividade, 13 estão no Nordeste e 8 no Norte, todos em universidades e institutos federais ou estaduais, e as dez cidades com mais alunos ficam nessas duas regiões. O profissional tem o piso legal dos engenheiros, de R$ 13.778,50 por 8 horas, mas no emprego com carteira a mediana de admissão é de R$ 7.812, e o teto observado coincide com o piso. Enquanto isso, o setor que o emprega bateu 1 milhão de toneladas de peixe cultivado em 2025. Esta é a oitava edição da série em que o AMB4 passa a régua, profissão por profissão, no estudo "Quem somos nós? O tamanho da comunidade ambiental brasileira".

A Engenharia de Pesca é a menor engenharia da comunidade ambiental brasileira: 2.263 profissionais registrados no Sistema Confea/Crea, 2.629 alunos em 27 instituições, 530 calouros e 264 formados por ano. É também uma das mais públicas e mais nordestinas: dos 24 cursos em atividade, 13 estão no Nordeste e 8 no Norte, todos em universidades e institutos federais ou estaduais, e as dez cidades com mais alunos ficam nessas duas regiões. O profissional tem o piso legal dos engenheiros, de R$ 13.778,50 por 8 horas, mas no emprego com carteira a mediana de admissão é de R$ 7.812, e o teto observado coincide com o piso. Enquanto isso, o setor que o emprega bateu 1 milhão de toneladas de peixe cultivado em 2025. Esta é a oitava edição da série em que o AMB4 passa a régua, profissão por profissão, no estudo “Quem somos nós? O tamanho da comunidade ambiental brasileira”.
Quem já está habilitado
O engenheiro de pesca é uma profissão do Sistema Confea/Crea. Não tem lei própria: o exercício se apoia na Lei 5.194/1966, que regula as profissões de engenheiro, arquiteto e agrônomo, e as atribuições estão na Resolução 279/1983 do Confea, que discrimina as atividades do título, da cultura e captura de organismos aquáticos à industrialização do pescado. No serviço público federal, a categoria funcional de engenheiro de pesca existe desde o Decreto 88.911, de 24 de outubro de 1983. O primeiro curso do país abriu em 1971, na Universidade Federal Rural de Pernambuco, seguido pela Universidade Federal do Ceará em 1972. O Dia do Engenheiro de Pesca é 14 de dezembro.
No sistema, o título fica dentro da modalidade Agronomia, ao lado de agrônomos, florestais, agrícolas e meteorologistas, e é o menor contingente desse grupo. O Confea informava 2.179 engenheiros de pesca registrados em junho de 2023, sendo 1.513 homens e 666 mulheres (31%), segundo levantamento do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. A base do relatório “Quem somos nós?” atualiza o número para 2.263 registrados em 2024, um crescimento de 3,9% em um ano. Como em toda a série, trata-se de registros ativos, não de pessoas únicas, e nenhum painel público do Confea abre a série histórica por título.

O número de registrados é pequeno diante dos formados. O portal Ciências do Mar Brasil, mantido pela FURG com base nos registros das coordenações de curso, contabiliza 6.779 engenheiros de pesca formados entre 1974 e 2024. Ou seja: apenas um em cada três diplomados tem registro ativo no Crea. Um levantamento apresentado no XXII Congresso Brasileiro de Engenharia de Pesca, em 2023, com 390 bacharéis de 21 unidades da federação, confirma o quadro por outro ângulo: 69% dos respondentes tinham registro no Crea, e, desses, 64,3% pagavam a anuidade em dia.
| Indicador | Valor | Referência |
|---|---|---|
| Engenheiros de pesca registrados | 2.263 | Confea, 2024 (base do “Quem somos nós?”) |
| Engenheiros de pesca registrados em jun/2023 (homens / mulheres) | 2.179 (1.513 / 666) | Confea, via SEESP |
| Formados de 1974 a 2024 | 6.779 | Ciências do Mar Brasil (FURG), jan/2026 |
| Registrados como proporção dos formados | cerca de 1 em 3 | cálculo AMB4 |
| Bacharéis com registro no Crea (amostra de 390) | 69% | Brabo et al., XXII Conbep, 2023 |
| Profissionais ativos no sistema (todas as modalidades) | 1.219.742 | Confea, set/2026 |
Quem está chegando
O Censo da Educação Superior 2024, do Inep, registra 27 instituições com o curso, 2.629 matrículas, 530 ingressantes e 264 concluintes no ano. Entram duas pessoas para cada uma que se forma. Diante das 306 mil matrículas das oito formações do estudo “Quem somos nós?”, a Engenharia de Pesca responde por menos de 1% do conjunto, à frente apenas da Oceanografia.

A oferta é toda pública e concentrada no Norte e no Nordeste. O portal Ciências do Mar Brasil lista 24 cursos em atividade (o da Unioeste, em Toledo, no Paraná, virou tecnólogo em Aquicultura): 13 no Nordeste, 8 no Norte, 2 no Sul, 2 no Sudeste e 1 no Centro-Oeste. O Pará sozinho tem cinco (UFRA em Belém, UFPA em Bragança, UFOPA em Santarém e IFPA em Castanhal e Tucuruí). Nove cursos nasceram entre 2005 e 2007, no ciclo de expansão das federais, e o mais novo é o da Universidade Estadual Vale do Acaraú, em Camocim (CE), aberto em 2024. Não há curso em instituição privada nem a distância na lista.
O mapa das matrículas repete a geografia da oferta: as dez cidades com mais alunos, de Belém (425 matrículas em quatro instituições) a Santarém (104), ficam todas no Norte e no Nordeste e somam 2.104 matrículas, 80% do total nacional. Entre as instituições, a UFC lidera com 262 alunos, seguida pela UFRPE (221), pela Universidade Federal do Delta do Parnaíba (211) e pela UFRA (200).

| Formação em Engenharia de Pesca (Censo 2024) | Valor |
|---|---|
| Instituições que oferecem o curso | 27 |
| Matrículas | 2.629 |
| Ingressantes | 530 |
| Concluintes | 264 |
| Participação nas matrículas das formações da comunidade (9 cursos) | 0,9% |
| Cursos em atividade (portal Ciências do Mar Brasil) | 24 |
| Cursos no Nordeste / Norte / Sul / Sudeste / Centro-Oeste | 13 / 8 / 2 / 2 / 1 |
| Cursos em instituições privadas ou a distância | nenhum |
| Matrículas nas 10 cidades líderes | 2.104 (80%) |
| Cidade | Instituições | Matrículas |
|---|---|---|
| Belém (PA) | 4 | 425 |
| Recife (PE) | 2 | 314 |
| Fortaleza (CE) | 1 | 262 |
| São Luís (MA) | 2 | 256 |
| Parnaíba (PI) | 1 | 211 |
| Macapá (AP) | 1 | 158 |
| Salvador (BA) | 3 | 125 |
| São Cristóvão (SE) | 1 | 125 |
| Mossoró (RN) | 1 | 124 |
| Santarém (PA) | 1 | 104 |
Quanto ganha
Por ser engenheiro, o engenheiro de pesca está no grupo da Lei 4.950-A/1966, que fixa o salário mínimo profissional em 6 salários mínimos para jornada de 6 horas diárias e 8,5 salários mínimos para 8 horas. Com o salário mínimo de 2026 em R$ 1.621, o piso vale R$ 9.726 e R$ 13.778,50. Vale só para contratos CLT.
O mercado formal paga bem menos, e a amostra é pequena. Segundo o portal Salário.com.br, com base nas admissões e desligamentos do Novo CAGED nos últimos 12 meses (página atualizada em 8 de outubro de 2026, 71 movimentações), o engenheiro de pesca (CBO 2221-15) tem salário médio de admissão de R$ 7.450,32 e mediana de R$ 7.812, com jornada de 39 horas semanais. Um quarto dos contratados entra com até R$ 3.094 e um quarto com mais de R$ 9.744. O piso de convenções e acordos é de R$ 4.745,30, e o teto observado, de R$ 13.778, é exatamente o piso legal de 8 horas: nenhuma admissão com carteira passou dele. A mediana equivale a 57% do piso de 8 horas e a 80% do piso de 6 horas.

O portal registra alta de 76,9% na média em relação a 2025, mas com 71 movimentações em um ano isso reflete mudança de quem foi contratado, não ganho real da categoria. Por região, as médias vão de R$ 3.849 no Centro-Oeste a R$ 9.413 no Norte, passando por R$ 7.188 no Sudeste, R$ 6.200 no Sul e R$ 5.620 no Nordeste, onde está a maior parte dos alunos. Fora da CLT, o levantamento do Conbep 2023 situa a faixa de renda bruta mais frequente entre R$ 4.000 e R$ 5.999 por mês.
| Faixa | Valor mensal | Fonte |
|---|---|---|
| Piso legal, 8 horas (8,5 SM) | R$ 13.778,50 | Lei 4.950-A/1966 |
| Teto observado | R$ 13.778,00 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Piso legal, 6 horas (6 SM) | R$ 9.726,00 | Lei 4.950-A/1966 |
| 3º quartil | R$ 9.744,00 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Mediana | R$ 7.812,00 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Média | R$ 7.450,32 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Piso de convenções | R$ 4.745,30 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| 1º quartil | R$ 3.094,00 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
Como e onde trabalha
O Mini-Censo Confea 2024 não abre resultados para a Engenharia de Pesca, e não existe pesquisa oficial de vínculo e satisfação da categoria. O retrato mais recente é o do levantamento acadêmico apresentado no Conbep 2023 (Brabo e colaboradores), com 390 bacharéis: 45,5% eram servidores públicos, dos quais 68,2% concursados, com predomínio de docência e extensão rural em aquicultura. Na iniciativa privada, o vínculo CLT foi a condição mais comum, seguido de consultoria e assistência técnica, sobretudo na piscicultura continental. A satisfação profissional declarada foi de 90,7%, acima da média de 80% de indicação da carreira no sistema Confea. A amostra foi recrutada em grupos de mensagens, e por isso deve ser lida como indicativa, não como censo.

No emprego com carteira, o CAGED enxerga pouco: 71 movimentações em 12 meses, saldo positivo de 9 vagas, 1,29 admissão para cada desligamento e rotatividade de 43,7%, a segunda menor da série, atrás só da Oceanografia. É o quarto saldo positivo entre as oito edições da série, ao lado de Engenharia Ambiental, Gestão Ambiental e Oceanografia, mas num volume de movimentações que equivale a cerca de 3% dos registrados.

| Vínculo e movimentação | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| Servidores públicos (amostra de 390) | 45,5% | Brabo et al., Conbep 2023 |
| Concursados entre os servidores | 68,2% | Brabo et al., Conbep 2023 |
| Satisfação profissional | 90,7% | Brabo et al., Conbep 2023 |
| Movimentações com carteira em 12 meses | 71 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Saldo | +9 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Admissões por desligamento | 1,29 | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Rotatividade | 43,7% | CAGED, 12 meses até out/2026 |
| Pesquisa oficial de vínculo e satisfação | não existe |
Saldos CAGED das edições anteriores, para situar: Agronomia (-260), Biologia (-245), Engenharia Ambiental (+98), Engenharia Florestal (-47), Gestão Ambiental (+71), Geologia (-18) e Oceanografia (+16).
Uma frente nova de trabalho veio do governo. O Decreto 12.336/2024 criou o Programa Nacional de Regularização de Embarcação de Pesca (Propesc), e em março de 2026 o Ministério da Pesca e Aquicultura pediu ao Confea apoio para ampliar o quadro de vistoriadores credenciados, que precisam ser engenheiros de pesca ou engenheiros navais com especialização, registrados e adimplentes no Crea e na Mútua. A vistoria in loco alimenta o Registro Geral da Atividade Pesqueira, a mesma base que o ministério vem saneando: 131.695 licenças de pescador profissional suspensas em setembro de 2025 e outras 258.898 em março de 2026, por indícios de fraude, além de mais de 300 mil canceladas em 2025 por falta de recadastramento.
O mercado por trás
O engenheiro de pesca trabalha em dois mercados que andam em sentidos opostos. A pesca extrativa ficou duas décadas sem estatística oficial, retomada só em 2025 com o Boletim da Estatística Pesqueira e Aquícola 2023-2024, do Ministério da Pesca e Aquicultura. Por ele, o Brasil produziu 1,35 milhão de toneladas de pescado em 2024, 11,5% a mais que em 2023, com valor acima de R$ 10 bilhões. A aquicultura respondeu por 881 mil toneladas (65%) e a pesca extrativa por 479 mil (35%), sendo 281 mil da pesca artesanal e 196 mil da industrial. A sardinha-verdadeira foi a principal espécie capturada e Santa Catarina, o maior estado pesqueiro. O país tem cerca de 1,1 milhão de pescadores registrados, 300 mil deles no Maranhão.

Do lado do cultivo, a piscicultura cruzou a barreira do 1 milhão de toneladas: 1,012 milhão em 2025, alta de 4,41%, segundo o Anuário Peixe BR 2026, com tilápia em 707,5 mil toneladas (70% do total, +6,83%) e peixes nativos em 257 mil (terceiro ano de queda). O Paraná lidera com 273,1 mil toneladas. O camarão cultivado chegou a 172,4 mil toneladas em 2025, 18,2% acima de 2024, segundo a Associação Brasileira de Criadores de Camarão. A conta externa, porém, segue deficitária: o Brasil exportou US$ 60,2 milhões em peixes de cultivo em 2025, 94% tilápia e 87% para os Estados Unidos, e importou US$ 1,019 bilhão, 83% em salmão, um déficit de US$ 959 milhões.
| Pesca e aquicultura | Valor | Fonte |
|---|---|---|
| Produção de pescado em 2024 (pesca + aquicultura) | 1,35 milhão de t (+11,5%) | MPA, Boletim 2023-2024 |
| Aquicultura em 2024 | 881 mil t | MPA, Boletim 2023-2024 |
| Pesca extrativa em 2024 (artesanal / industrial) | 479 mil t (281 mil / 196 mil) | MPA, Boletim 2023-2024 |
| Valor da produção em 2024 | mais de R$ 10 bilhões (+14,5%) | MPA, Boletim 2023-2024 |
| Piscicultura em 2025 | 1,012 milhão de t (+4,41%) | Peixe BR, Anuário 2026 |
| Tilápia em 2025 | 707,5 mil t (70%) | Peixe BR, Anuário 2026 |
| Camarão cultivado em 2025 | 172,4 mil t (+18,2%) | ABCC |
| Exportações / importações de peixes de cultivo em 2025 | US$ 60,2 milhões / US$ 1,019 bilhão | Peixe BR, Anuário 2026 |
| Pescadores profissionais registrados | cerca de 1,1 milhão | MPA, dez/2024 |
O que os números dizem, e o que não dizem
Três pontos ficam claros. Primeiro, a Engenharia de Pesca é a engenharia mais pública e mais regional da comunidade ambiental: 24 cursos, nenhum privado, nenhum a distância, 21 deles no Norte e no Nordeste, e 80% dos alunos em dez cidades dessas regiões, enquanto o Sul, que lidera a produção de tilápia e a pesca industrial, tem só dois cursos. Segundo, a profissão forma mais do que registra: 6,8 mil diplomados em cinco décadas para 2,3 mil registros ativos, sinal de que boa parte atua em docência, no serviço público ou na aquicultura sem passar pelo Crea. Terceiro, o piso da Lei 4.950-A funciona como teto: a maior admissão com carteira dos últimos 12 meses foi exatamente o valor do piso de 8 horas, e a mediana ficou em 57% dele.
O que os números não dizem é onde está o resto da categoria. O CAGED viu 71 movimentações em um ano para um setor de 1,35 milhão de toneladas e mais de 1 milhão de pescadores; a maior parte do trabalho do engenheiro de pesca, em extensão rural, assistência técnica, vistoria de embarcações, consultoria e ensino, não aparece em nenhuma estatística oficial de emprego. E o próprio Confea não publica série histórica por título, o que impede saber se os 2.263 registrados estão crescendo no ritmo dos 264 formados por ano ou se a profissão perde gente para outras ocupações.
Nota metodológica: registros do Confea não são pessoas únicas; o número de 2.263 vem da base do relatório “Quem somos nós?” (Confea, 2024) e o de 2.179, de levantamento do SEESP junto ao Confea em junho de 2023, e não há painel público que os concilie. Matrículas, ingressantes e concluintes são do Censo da Educação Superior 2024 (Inep), tabulados pelo aluno.com.br, ainda vigentes em outubro de 2026, já que o Inep prorrogou a divulgação do Censo 2025 para até 30 de novembro. A lista de 24 cursos é do portal Ciências do Mar Brasil (FURG), atualizado em 4 de janeiro de 2026, e difere das 27 instituições do Censo porque o portal conta cursos ativos e o Inep conta instituições com matrículas. Salários do Salário.com.br (Novo CAGED) cobrem só o emprego formal, com amostra de 71 movimentações, e a página do engenheiro de pesca foi consultada com atualização de 8 de outubro de 2026, enquanto os saldos das edições anteriores vêm de páginas atualizadas em datas diferentes; as cerca de 40 admissões e 31 desligamentos são deduzidas do índice de contratação, não informados diretamente. O levantamento do Conbep 2023 usou amostra por conveniência, divulgada em grupos de mensagens. Os números do MPA (produção de 2024) e do Peixe BR (piscicultura de 2025) vêm de sistemas diferentes de coleta e não devem ser somados nem comparados entre si.
25 de outubro de 2026
Fontes
- Lei 5.194, de 24 de dezembro de 1966 (profissões de engenheiro, arquiteto e engenheiro agrônomo): planalto.gov.br
- Decreto 88.911, de 24 de outubro de 1983 (categoria funcional de engenheiro de pesca): planalto.gov.br
- SEESP, “Engenharia de pesca garante melhoria da produção aquícola brasileira” (19/06/2023, 2.179 registrados segundo o Confea): seesp.org.br
- Confea, Mini-Censo Confea 2024 e pesquisa Quaest: confea.org.br
- Confea, “Ministério da Pesca e Aquicultura chama profissionais” (vistoriadores do Propesc, 20/03/2026): confea.org.br
- Crea-SC, “14 de dezembro, Dia do Engenheiro de Pesca”: portal.crea-sc.org.br
- FURG, portal Ciências do Mar Brasil, cursos de graduação em Engenharia de Pesca (atualizado em 04/01/2026): cienciasdomarbrasil.furg.br
- Brabo, M. F. et al., “O mercado de trabalho da Engenharia de Pesca no Brasil”, XXII Conbep, Porto de Galinhas, 21 a 24/08/2023: cienciasdomarbrasil.furg.br
- FAEP-BR, distribuição dos cursos de Engenharia de Pesca no Brasil (até 2021): faep.eng.br
- Inep, Censo da Educação Superior 2024 (tabulação por curso via aluno.com.br): aluno.com.br
- Lei 4.950-A/1966 e Decreto 12.797/2025 (salário mínimo de 2026): planalto.gov.br
- Salário.com.br, Engenheiro de Pesca, CBO 2221-15 (Novo CAGED, atualizado em 08/10/2026): salario.com.br
- Ministério da Pesca e Aquicultura, Boletim da Estatística Pesqueira e Aquícola 2023-2024 (via Sapicuá, 14/10/2025): sapicua.com.br
- Peixe BR, Anuário 2026 (via Compre Rural, 25/02/2026): comprerural.com
- O Presente Rural, suspensão de 131.695 licenças de pescador e camarão cultivado 2025 (08/10/2025): opresenterural.com.br
- Atlas Público, Portaria MPA 644/2026, suspensão de 258.898 licenças (06/03/2026): atlaspublico.com.br
- Assembleia Legislativa do Ceará, sessão solene dos engenheiros de pesca, 1,1 milhão de pescadores (16/12/2024): al.ce.gov.br
- AMB4, “Quem somos nós? O tamanho da comunidade ambiental brasileira”, relatório final, edição 2026 (14/09/2026)
Conteúdo informativo, publicado em outubro 25, 2026. Não substitui consultoria técnica ou jurídica específica.