Resíduos e Saneamento: guia de referência

Resíduos e saneamento são dois lados da mesma moeda: o que sobra depois do consumo e o que falta para tratar a água e o esgoto de quem consome. O Brasil ainda convive com um legado de material tóxico que a lei já baniu, e com uma rede de saneamento que muda de mãos entre público e privado sem consenso sobre o que resolve o problema de fato. Esta página reúne o que o AMB4 já publicou sobre o tema e cresce a cada novo artigo relacionado.

Amianto: o resíduo que a lei baniu mas não saiu de circulação

O Brasil proibiu o amianto em 2017, por decisão do Supremo Tribunal Federal, mas o material continua nas telhas, caixas d’água, tubos, forros e pastilhas de freio de milhões de imóveis. A lei brasileira ainda permite um limite de exposição ocupacional muito acima do praticado na Europa.

Banido em 2017, o amianto ainda cobre metade dos telhados do Brasil, e a lei permite aqui uma exposição 200 vezes maior que na Europa.

Saneamento: privatização resolve?

Um ano depois da privatização da Sabesp, o investimento em saneamento em São Paulo mais que dobrou e as obras nas ruas ficaram visíveis. Mas os números da capital paulista não representam o resto do país, onde a universalização do saneamento básico ainda está longe de ser realidade.

Privatização resolve o saneamento do Brasil? Os números da Sabesp dizem uma coisa. O resto do país diz outra.

O que vem por aí

O banco de pautas do AMB4 já tem temas mapeados para essa área: CADRI, MTR e SIGOR sem mistério, logística reversa por setor, e quem responde pelo resíduo depois que ele sai do portão. Para acompanhar tudo que sai sobre o tema, sem esperar esta página atualizar: veja todos os artigos de Resíduos.